A Federação Brasileira de Epilepsia mantém relacionamento e intercâmbio com organizações, associações e movimentos internacionais que atuam na conscientização, pesquisa, educação e defesa dos direitos das pessoas com epilepsia. Estas parcerias fortalecem a troca de experiências, ampliam o acesso ao conhecimento e contribuem para o desenvolvimento de ações que beneficiam pacientes e familiares em diferentes países.

A Epilepsia Tigre é uma organização argentina dedicada à conscientização, orientação e defesa dos direitos das pessoas com epilepsia. Seu trabalho envolve ações educativas, atividades comunitárias e campanhas voltadas para a redução do preconceito e da desinformação.
Entre suas principais iniciativas estão palestras, oficinas sobre como agir diante de uma crise convulsiva, orientação a familiares e ações junto aos órgãos públicos para ampliar a proteção dos direitos das pessoas que convivem com epilepsia.

A Alianza Argentina de Epilepsia reúne diversas organizações de pacientes, familiares e entidades da sociedade civil que atuam conjuntamente para fortalecer a conscientização sobre epilepsia e ampliar a defesa dos direitos das pessoas afetadas pela condição.
A iniciativa representa um importante exemplo de cooperação entre organizações sociais, promovendo ações coordenadas junto ao governo, profissionais da saúde, instituições acadêmicas e à sociedade.

O movimento Epilepsia e Juventude atua na conscientização sobre a epilepsia por meio da educação, da informação e do compartilhamento de experiências. A iniciativa utiliza as redes sociais como ferramenta para ampliar o conhecimento sobre a condição, combater o preconceito e fortalecer o apoio às pessoas com epilepsia e suas famílias.
Por meio de conteúdos educativos, campanhas de conscientização e ações voltadas à inclusão social, o projeto contribui para a construção de uma sociedade mais informada, acolhedora e preparada para compreender os desafios enfrentados por quem convive com a epilepsia.
A atuação junto aos jovens reforça a importância do protagonismo, da troca de experiências e do fortalecimento das redes de apoio, incentivando a participação ativa da comunidade na defesa dos direitos das pessoas com epilepsia.