Conectando pessoas, ciência, tecnologia e políticas públicas para transformar o futuro da epilepsia
A Epilepsia Brasil inicia um novo ciclo de atuação, assumindo um papel ativo como um hub de inovação dedicado a conectar pessoas com epilepsia, familiares, associações, pesquisadores, centros de pesquisa e desenvolvimento, empreendedores, formuladores de políticas públicas e a sociedade em geral.
Nosso propósito é identificar desafios reais vivenciados pelas pessoas com epilepsia e transformá-los em oportunidades de inovação, colaboração e impacto social. Acreditamos que a aproximação entre quem vive a condição, quem produz conhecimento e quem desenvolve soluções é fundamental para reduzir as inúmeras lacunas que ainda persistem no cuidado à epilepsia.
Apesar dos avanços científicos das últimas décadas, estima-se que mais de 80% das pessoas com epilepsia em diversas regiões do mundo ainda não recebam tratamento adequado.
Além da lacuna assistencial, persistem desafios relacionados ao diagnóstico, acesso a medicamentos, reabilitação, inclusão social, educação, empregabilidade e qualidade de vida.
O Departamento de Inovação da Epilepsia Brasil nasce para atuar justamente nesse espaço de conexão entre necessidades e soluções.
Nossa visão de inovação vai além da tecnologia. Ela inclui novos modelos de cuidado, políticas públicas, educação, comunicação, empreendedorismo social e estratégias de inclusão.
Buscamos aproximar pesquisadores, profissionais da saúde, universidades, startups, empresas, governos e organizações da sociedade civil para construir soluções concretas e escaláveis.
A epilepsia afeta aproximadamente 1% da população mundial. No entanto, milhões de pessoas continuam enfrentando preconceito, estigma e exclusão em ambientes escolares, profissionais e até mesmo em suas relações sociais.
Combater o estigma é uma forma de inovação social tão importante quanto desenvolver novas tecnologias.
Vivemos um momento de profundas transformações impulsionadas pela inteligência artificial, pela transformação digital e pelo avanço acelerado das tecnologias da informação.
Essas ferramentas têm o potencial de revolucionar o diagnóstico, o tratamento, o monitoramento e a educação em saúde. Nosso compromisso é explorar essas oportunidades de forma ética, responsável e centrada nas pessoas.
Ao mesmo tempo, enfrentamos um desafio global sem precedentes: a crise climática. As mudanças ambientais impactam diretamente a saúde humana e afetam também a vida das pessoas com epilepsia.
Eventos extremos, interrupções nos sistemas de saúde, insegurança alimentar, alterações no acesso a medicamentos e fatores biológicos ainda pouco compreendidos tornam necessária uma abordagem integrada e de longo prazo.
Precisamos pensar globalmente e agir localmente.
Se a epilepsia representa uma importante carga econômica, social e humana para o mundo, as respostas devem surgir da colaboração entre diferentes setores da sociedade, conectando conhecimento, inovação e ação.
A Epilepsia Brasil acredita que o futuro será construído por redes colaborativas, pela ciência aberta, pela inovação responsável e pelo compromisso coletivo com a dignidade humana.
Convidamos pesquisadores, profissionais, empreendedores, gestores públicos, legisladores, organizações sociais e cidadãos a se unirem a este movimento.
Porque reduzir as lacunas da epilepsia não é responsabilidade de um único setor. É uma missão de todos nós.
Conexão • Ciência • Inovação • Futuro


Professor Titular de Neurologia da UNICAMP
Presidente Fundador da ASPE
Embaixador da Epilepsia no Brasil pela ILAE/IBE
Amigo da Federação Brasileira de Epilepsia
Biografia
Professor Titular do Departamento de Neurologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), médico neurologista e pesquisador com atuação nas áreas de epilepsia, neuroimagem, inovação e saúde pública. É fundador da ASPE (Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia) e uma das principais lideranças na articulação da causa da epilepsia no Brasil.
Possui PhD pela McGill University (Canadá) e atua em iniciativas nacionais e internacionais relacionadas à neurociência, inovação, inteligência artificial e políticas públicas em saúde. É Vice-Presidente de Programas e Projetos do Fórum Campinas de Inovação e Sustentabilidade e coordenador de inovação no Ibrachina Ibrawork no Parque Tecnológico da UNICAMP.
Na Epilepsia Brasil, integra o Conselho de Inovação, contribuindo para a construção de um novo ciclo institucional baseado em conexão, ciência, inovação e futuro.


CEO e cofundador da Orby.co | Desenvolvendo em NeuroIA e Interfaces Homem-Máquina Não Invasivas | Inovadores do MIT com menos de 35 anos | Forbes 30 com menos de 30 | As 100 pessoas mais inovadoras da Bloomberg
Biografia
Como cofundadora e CEO da Orby.co, lidero uma nova geração de neurotecnólogos que está construindo o futuro da simbiose humano-máquina. Sou engenheira biomédica e neurocientista, com dois mestrados — um em neuroengenharia e outro em estratégia de negócios — que formam a base da minha carreira dedicada à integração da inteligência biológica com sistemas artificiais.
Nos últimos 11 anos, projetei e liderei projetos de ponta em interfaces cérebro-computador, IA embarcada, neuromodulação e sistemas adaptativos que conectam software e biologia em sua essência. Meu trabalho é movido pela convicção de que o próximo salto na evolução humana não virá da substituição do corpo, mas da sua decodificação e expansão.
Reconhecida como Forbes Under 30 e honrada no Bloomberg Línea LATAM 100, estou comprometida em impulsionar a inovação na indústria de tecnologia global. Nossa equipe na Orby.co tem sido reconhecida pelo Microsoft for Startups e Google for Startups, refletindo nosso compromisso em redefinir o impacto da neurotecnologia no mundo. Unindo tecnologia e propósito, buscamos estabelecer um novo padrão na indústria.