Federação de Epilepsia destaca projeto de Ruy para criar plano nacional que deve ser votado esta semana na Câmara

Federação de Epilepsia destaca projeto de Ruy para criar plano nacional que deve ser votado esta semana na Câmara

Proposta cria Programa Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Epilepsia e recebe apoio técnico da FBE

Por Adriany Santos |
Jornalista
Sempre defendendo o fortalecimento da saúde pública e a ampliação dos atendimentos para quem mais precisa, o deputado federal Ruy Carneiro ganhou um importante apoio ao projeto que cria o Programa Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Epilepsia.A proposta, que está na pauta de votação desta semana na Câmara dos Deputados, recebeu o respaldo da Federação Brasileira de Epilepsia.

A presidente da FBE, Anny Catharine de Lima, também se colocou à disposição para colaborar tecnicamente nas próximas etapas da iniciativa e explicou que as sugestões apresentadas pela entidade têm o objetivo de aperfeiçoar a redação do projeto.

“As sugestões da Federação Brasileira de Epilepsia ao Projeto de Lei visam apenas tornar o texto mais claro e objetivo, sem ampliar obrigações do Poder Público ou gerar novos custos ao SUS. Ao estabelecer diretrizes precisas para diagnóstico, encaminhamento e tratamento, a proposta busca garantir assistência mais eficiente: pacientes corretamente diagnosticados têm melhor controle das crises, menos internações e menor uso de tratamentos inadequados, o que reduz sequelas e mantém suas atividades escolares e profissionais”

— Anny Catharine de Lima, presidente da FBE

Segundo a entidade, o objetivo central das contribuições é garantir mais eficiência no atendimento e melhores resultados para os pacientes, sem aumentar custos ao sistema público de saúde.

O que prevê o projeto

O projeto de Ruy cria uma política nacional de atenção às pessoas com epilepsia, garantindo atendimento multiprofissional, acesso a especialistas, exames, medicamentos e cirurgias pelo SUS.

Atendimento integral pelo SUS

A proposta busca estruturar um fluxo mais organizado de cuidado, desde o diagnóstico até o tratamento contínuo, incluindo acompanhamento especializado e suporte às famílias.

Multiprofissional

Envolve diferentes áreas da saúde para garantir um cuidado mais completo e eficiente aos pacientes.

Acesso ampliado

Garante acesso a exames, medicamentos e até cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Inclusão, educação e combate ao preconceito

A iniciativa também prevê ações voltadas à conscientização da sociedade, com campanhas educativas e medidas para reduzir o preconceito contra pessoas com epilepsia.

Campanhas educativas

Ações para informar a população sobre a epilepsia e reduzir estigmas sociais relacionados à condição.

Treinamento de profissionais

Capacitação de equipes de saúde para melhorar o atendimento e o acolhimento dos pacientes.

Inclusão social

Medidas para ampliar a qualidade de vida e garantir mais oportunidades para pessoas com epilepsia.

💡 O foco é garantir não apenas tratamento médico, mas também dignidade, inclusão e qualidade de vida.

Tramitação e encerramento

Antes de entrar na pauta do plenário, prevista para esta semana, a matéria já foi aprovada pelas comissões de Saúde, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

O projeto também teve o regime de urgência aprovado, permitindo que a proposta fosse incluída na pauta de votação desta semana.

Conclusão

A proposta representa um avanço importante na organização do atendimento às pessoas com epilepsia no Brasil, unindo esforços do poder público e da sociedade civil para melhorar o cuidado e a inclusão dos pacientes.

 

Adriany Santos
Jornalista formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo desde 2018. Com mais de oito anos de experiência na área, já atuou em diversas editorias do Polêmica Paraíba,
com destaque para o jornalismo político. Assessora de Imprensa, seu trabalho é pautado na apuração rigorosa dos fatos
e na análise aprofundada dos cenários políticos, sempre comprometida com a informação de qualidade.

 

Esta matéria foi publicada originalmente pelo portal
Polêmica Paraíba
e reproduzida pela Federação Brasileira de Epilepsia por seu relevante interesse público.

Clique aqui para acessar a matéria original.

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